Geralmente, a primeira reunião fica para:
*Apresentação da direção, coordenação e funcionários;
*Breve explicação sobre o
Projeto Político Pedagógico e regimento escolar;
*Um pequeno encontro com as professoras, para apresentar a sala e falar sobre como será conduzido o trabalho na escola durante o ano.
DICA: A reunião não deve ultrapassar uma hora e meia. Sendo 1 hora para apresentações e assuntos mais burocráticos que permitirão um bom andamento do ano e 30 minutos para as educadoras fazerem uma pequena apresentação (delas) da sala, materiais e recursos que darão suporte ao trabalho durante o ano.
Dinâmica para iniciar a reunião
Divida o grupo em dois e marque duas áreas de chegada (dois círculos de giz no chão);
Distribua 3 balas para cada pessoa (compre aquelas balas que as embalagens são coloridas -vários sabores) e dê 3 cores diferentes para cada um (ATENÇÃO -será + legal se cada um receber 3 cores diferentes de bala);
Bom agora é só dar início.
Durante uma viagem de navio, os ventos fortes naufragaram o barco. Para chegar a ilha, cada pessoa precisa ter que ter 3 balas iguais (com a mesma cor), o problema é que temos pouco tempo. E agora? Vamos tentar chegar na ilha?
Nisso, as pessoas terão que interagir e pedir ajuda, oferecer suas balas e aceitar de outros. Dê um tempo curto, conte até 15 por exemplo, ou encerre antes que todos tenham entrado nas ilhas.
Encerrada a brincadeira, alguns ficarão de fora.
Como se sentiram os que ficaram de fora?
Os que estão na ilha chegaram mais rápido por que?
Aproveite para puxar o assunto da escola.
Que em qualquer instituição é assim. É preciso que haja troca, é preciso compartilhar e pedir ou dar uma ajuda.
Que neste ano, a escola conta com todos. etc...

MENSAGENS
A História da Lagarta
Imagine uma lagarta, que passa grande parte de sua vida no chão, olhando os pássaros, indignada com seu destino e com sua forma.
"Sou a mais desprezível das criaturas", pensa."Feia, repulsiva, condenada a rastejar pela terra."
Um dia, entretanto, a Natureza pede que faça um casulo. A lagarta se assusta - jamais fizera um casulo antes. Pensa que está construindo seu túmulo, e prepara-se para morrer.
Embora indignada com a vida que levou até então,reclama novamente com Deus."Quando finalmente me acostumei, o Senhor me tira o pouco que tenho."
Desesperada, tranca-se no casulo e aguarda o fim. Alguns dias depois, vê-se transformada numa linda borboleta e já pode passear pelos céus, e ser admirada por todos.
Assim é a vida, cada ser tem sua tarefa e sua importância diante da grandeza deste mundo, contribua sempre de forma positiva, valorize a si mesmo e ao outro, cada minuto vale a pena.
COSNTRUINDO LIMITES
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca. Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, SOMOS A ÚLTIMA GERAÇÃO DE FILHOS QUE OBEDECERAM A SEUS PAIS E A PRIMEIRA GERAÇÃO DE PAIS QUE OBEDECEM A SEUS FILHOS. Os últimos que tiveram medo dos pais e os primeiros que temem os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o julgo dos filhos. E O QUE É PIOR, OS ÚLTIMOS QUE RESPEITARAM OS PAIS E OS PRIMEIROS QUE ACEITAM QUE OS FILHOS LHES FALTEM COM O RESPEITO.
Na medida em que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam as suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. Mas, a medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, e, ainda que pouco, os respeitem. E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. Os papéis se inverteram, e agora são os pais quem têm de agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e "tudo dar" a seus filhos.
Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como LÍDERES capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, a permissividade sufoca. Apenas uma atitude FIRME E RESPEITOSA lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente LIDERANDO-OS e não atrás, carregando-os e rendidos à sua vontade.
Temos que saber que SER FIRME É COMPLETAMENTE DIFERENTE DE SER AUTORITÁRIO OU ESTÚPIDO. Quando repreendermos uma criança, temos que fazê-lo com serenidade, sem descontrole emocional. E NÃO SE DEVE JAMAIS DIZER A UMA CRIANÇA: "VOCÊ É UM MENINO INSUPORTÁVEL" OU "VOCÊ É UM MENINO BURRO!" Isso pode ficar gravado no subconsciente da criança e causar problemas futuros. Deve-se dizer: "VOCÊ É UM MENINO MUITO BOM E INTELIGENTE, MAS ESTÁ FAZENDO UMA COISA ERRADA, QUE EU NÃO VOU PERMITIR". FAZER ISSO É ERRADO POR TAIS E TAIS RAZÕES .
Tem que ficar claro que o motivo do castigo foi a ATITUDE da criança, não o que ela É.
BATER NOS FILHOS ESTÁ FORA DE COGITAÇÃO. ISSO PODE DESTRUIR PARA SEMPRE A AUTO-ESTIMA DE UMA CRIANÇA E CRIAR UM SENTIMENTO DE INFERIORIDADE, QUE SE TRADUZ POR UMA FALTA DE PERSISTÊNCIA NOS ESTUDOS, NA BUSCA DE UM TRABALHO OU INCAPACIDADE PARA TOMAR DECISÕES E PLANEJAR A PRÓPRIA VIDA, QUANDO SE TORNAM ADULTOS .
É assim que evitaremos o afogamento das novas gerações no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
OS LIMITES ABRIGAM O INDIVÍDUO, COM AMOR ILIMITADO E PROFUNDO RESPEITO.
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